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João Marques Ramalheira
In "Canção do Mar"
Falar de Ílhavo, é falar do mar - do seu sussurro, da sua canção cujo eco se repercute pelos séculos além. Ílhavo e o mar andam tão unidos como o perfume às rosas e a inquietação à alma humana!

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Relembrando as Revistas/Espectáculos (III)

Algumas das revistas/espectáculos/teatros em Ílhavo, a partir de 1903

GIRASSOL DAS SURPRESAS (1954)

Na década de 40 havia um programa radiofónico chamado “Os Companheiros da Alegria” apresentado pelo consagrado Igrejas Caeiro. Era um programa muito escutado por todo o País e Ílhavo não fugia à regra até porque, ainda não tinha aparecido a Televisão.

Era um programa diário, que toda a noite prendia as famílias junto das telefonias.

Ora bem! Nos finais da década, “Os Companheiros da Alegria” deslocaram-se a Ílhavo fazendo uma transmissão em directo para gáudio das gentes ilhavenses, sempre ávidas de acontecimentos desta natureza.

Entre as inúmeras rubricas do programa, havia uma intitulada “À procura de uma Estrela” e que proporcionava aos concorrentes poderem mostrar as suas qualidades de artista, ora fosse como cantor, ilusionista, contador de Histórias e anedotas ou na execução de qualquer instrumento musical.

Havia uma classificação final com atribuição do 1º 2º e 3º lugares, sendo o vencedor encontrado pela duração dos aplausos do público.

A partir daqui e como Ílhavo era um alfobre de grandes talentos, não foi necessário aguardar muito tempo para surgir um programa com o mesmo figurino dos Companheiros da Alegria. Como nessa época a abundância era grande, logo ali apareceram dois grupos, que na época fizeram um extraordinário sucesso.

José Quinteles Pereira foi o principal mentor do "Girassol das Surpresas" que teve a sua estreia no Atlântico Cine Teatro.

"Girassol das Surpresas" era dotado de um conteúdo altamente diversificado, desde música, poesia, humorismo, concursos, dos quais se destacavam, a dança das cadeiras, concurso dos balões, e lugar aos novos, onde todos podiam mostrar as suas habilidades.

Mas o Girassol das Surpresas era muito mais do que isso! Era um espectáculo que nunca se repetia deixando saudades em todos os Ilhavenses e não só! Sever de Vouga (Cine S. Pedro), Estarreja, Vale de Cambra, Vagos, foram palco das inúmeras actuações deste grupo de artistas Ilhavenses.

Faziam parte do Girassol das Surpresas os seguintes elementos:

Couto Alegrete, Manuel Teles, Marília Teles, José Manuel Picado, Silva Peixe, Margarida Maria, Manuela Neto, Maria Sílvia, Fernando Pinho, Júlio Moreno, Maria José Pelicas, Manuel Marques (Rinhoria), João Balcão, Sílvio Teiga, Silvério Damas, Hernâni Pais e Maria Amélia, uma jovem de Vagos que tinha ganho o 1º prémio aquando da vinda dos Companheiros da Alegria a Ílhavo.

 

Couto Alegrete

Couto Alegrete


O suporte musical era da responsabilidade do quarteto “Silva Vidal e seus muchachos” , composto pelos seguintes elementos. José Rocha  (Bateria) Reinaldo Saraiva  (Acordeão) Necas Vidal (saxofone alto) e João Vidal (Clarinete e violino).

Era mesmo de luxo este quarteto!

O sonoplasta era o conhecido Luís Relvas!

Os meios técnicos eram primários e escassos, mas o que faltava em tecnologia, sobrava em talento e em entrega em prol de uma terra que sempre foi conhecida e recordada pelos seus inúmeros artistas.

Quadro "Lamentos" de Silva Peixe e interpretado na altura por Fernando de Pinho:

Levei-a p’ró Choupal! A minha amante
Nos meus braços gemeu à luz da Lua
Cobriu-a a minha capa de estudante
Depois ouvi dizer-lhe: sou só tua!

A noite calma, linda, inebriante
Levou-nos do Choupal! Fomos p’rá rua
Ouviram-se os lamentos, mais distante
E eu lamentei! Também a sorte sua.

Depois...beijei a fita do seu laço
Mas ao passar os dedos p’lo seu braço
Ela queixou-se mais, ficou sentida!

Queixava-se e gemia com razão
Faltava-lhe lá dentro o coração
Nasceu p’ra ser guitarra! Anda perdida.
 

(texto com Santos Vidal)

 

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DESFOLHAR DO MALMEQUER (1954)

“O Desfolhar do Malmequer” foi outro grupo de variedades que fez grande sucesso em Ílhavo.

À semelhança do” Girassol das Surpresas”, este agrupamento era composto por um naipe de excelentes actores, competindo duma forma salutar com aquele e actuando alternadamente.

Foram muitos os espectáculos de variedades levados a efeito em Ílhavo, mas o ponto mais alto das suas actuações aconteceu no Hotel Palace, na estância termal da Curia.

Do elenco faziam parte entre outros:

Augusto Verdade, Gilberto Verdade, Maria de Ascensão, Olímpio Correia, Mário Rocha (Pitato), Sílvia Maria (Brasileira), Mariazinha Silva, Manuel Teles Venâncio, Cândido Correia, Sílvio Vilar, Maria José Pereira, Manuel Augusto, Manuel da Avó, António Bio, Ireneu e Adamastor da Silva.

A direcção musical estava a cargo de Olímpio Correia e a parte cénica era da responsabilidade de Adamastor da Silva.

 

Foi a partir daqui que veio a formar-se um duo que, a breve trecho, alcançou uma popularidade notável, sendo a sua presença uma constante em qualquer acontecimento musical. Tinham nascido “OS IRMÃOS VERDADE” um duo que interpretava quase que exclusivamente música Latina, tendo no seu vasto reportório muita da música do famoso trio de então “Los Panchos”.

Gilberto Verdade

Gilberto Verdade

“Estrelita del Sul”, “Malaguenha”, “Saudade em Férias” e “Gafanhoto”, foram alguns dos êxitos deste duo que, por vezes, era complementado com a participação da Maria de Ascensão.

Tempo tenebroso, tempo sem liberdade, mas em que Ílhavo possuía um variado naipe de artistas, que no final de um dia de trabalho exaustivo, ainda tinha tempo para ensaios, convívios e levar à cena espectáculos de rara beleza.

Marcha do Desfolhar do Malmequer ( voz de Maria de Ascenção)

 “ Desfolhar do Malmequer”, um desfolhar de recordações neste palco que é a vida e onde todos representamos um pouco.

Ainda restam alguns… poucos, dessa saga Heróica… outros já partiram, mas deixaram para lá da saudade, o perfume das suas actuações, a marca indelével do seu talento… a vontade indómita de dizer “sim” num período que era proibido estar presente

(texto de Santos Vidal)

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QUANDO O APITO TOCA (1958)

Integrada nos festejos da N.S. Penha de França, na Vista Alegre, esta revista de costumes locais estreia em Julho de 1958, no Teatro da Fábrica repleto de público. O guião foi escrito por Luís Pedro da Conceição, com versos de João Teles e música original e adaptada do Cap. Martins Coelho e César Figueiredo (ambos maestros da Banda da Fábrica da Vista Alegre). A reger a orquestra esteve João Vidal, como encenador Ângelo Chuva, na cenografia Othelo Moreira, ponto Manuel Calisto, contra-regra Miguel Vitorino e guarda-roupa a cargo de Valverde. O primeiro acto abre com o diálogo de duas operárias que, ao chegarem tarde, deparam com o portão da Fábrica já fechado.

Do elenco de actores faziam parte, entre outros,  Berta Antunes (no papel de Viúva), Manuela Neto, João de Almeida (Velho), Tomé de Almeida (Historiador), Othelo Moreira (Senhor X), Maria Fradinho (Águias), Maria Franco (Sporting), Rui Vitorino (Garoto), Maria Luísa Constâncio, Maria Conceição, Lúcia Morgado, Silvério Morgado, Francisco Neto, Jacinto Valente, Samuel Nordeste, José Valente, Manuel Costa, Manuel Grego. A Vista Alegre foi e continua a ser, um autêntico viveiro de actores de teatro e que muito têm dado de si por esta Arte!


ACONTECE CADA UMA (1959)

Decorria o ano de 1959 e a vila de Ílhavo era palco de uma das mais espectaculares revistas levada à cena nesta terra maruja: ACONTECE CADA UMA, revista em três actos e vinte e quatro quadros, composto por mais de quarenta elementos, entre actores, músicos, encenadores, caracterizadores e sonoplastas. Esta revista nasceu para, com a receita de bilheteira, auxiliar a obra do Padre Grilo, sendo portanto a colaboração de todo o elenco, completamente gratuito. Ninguém ganhava nada! A revista foi levada à cena 11 vezes.

A 27 de Novembro de 1959 no Atlântico Cine Teatro pelas 21 horas (não sabemos ao certo se esta foi a data da primeira representação) sobe ao palco "Acontece Cada Uma", um original deAntónio Julião e Augusto Verdade, com direcção musical de Silva Vidal, caracterização de Manuel Augusto Moreira, encenação de João da Branca e ensaios de António Julião.

 

PRIMEIRO ACTO

O Foguetão A. Julião e Carlos Vidal
Jornalistas Sílvio Lau/J. Ferreira/J. da Cruz
Locutor Gilberto Verdade
D. Censura Maria d'Ascensão
Anjo Alcina Topete
Ilhavense Gilberto Verdade
Eles os Lampeões Augusto Verdade/M. Ascensão
Lá Vem Ele Carlos Vidal
Sentença Silvério Teles/Sílvio Lau/Gilberto Verdade/Augusto Verdade

SEGUNDO ACTO

Marina e Raposo GracelinaTeles/J. Ferreira (compéres)
Discos Silvério Teles/Maria d'Ascensão/Irmãos Verdade
Basquetebol Silvina Maria/Alcina Topete
Padeirinhas Conjunto Feminino
Jornais Carlos Vidal/A. Julião
Línguas de Prata Alcina Topete/Lourdes Bichão/Benilde Ribeiro
Brasuca Sem Gaita A. Verdade/A. Julião/G. Verdade/ e todo o grupo

TERCEIRO ACTO

Ulla-Hoop Alcina Topete/Silvina Maria
Solteirona Silvina Maria/Maria d'Ascensão/G. Verdade
Papagaio Teimoso Carlos Vidal/Maria d'Ascensão/G. Verdade
Quadrazais Maria d'Ascensão/G. Verdade/A. Verdade/Alcina Bela
Pescadores Silvério Teles/Aristides Ribeiro/Silvina Maria/Rosa Maria/Lourdes Bichão/Benilde Ribeiro//Manuela Melo
Televisão A.Topete/A. Verdade/M.d'Ascensão/G. Verdade/Daniel Simões
Regresso Para as Nuvens A.Topete/A. Julião/Carlos Vidal e todo o grupo
Apoteose Todo o elenco

Foto de Alcina Bela

Duas fotos do número Quadrazais, com Augusto Verdade, Maria d'Ascensão e Alcina Bela Foto de Alcina Bela

 

A orquestra dirigida por João da Silva Vidal era composta pelos seguintes elementos: João Vidal (violino e clarinete), Cesário Balacó (sax Alto), Reinaldo Saraiva (acordeon), Júlio Melo (trompete), Manuel Torrão (rabecão), Cândido Correia (viola) e José Santos Vidal (bateria).

(texto de Santos Vidal)

Augusto Verdade e A. Julião

Foto de Alcina Bela

A contar da esq.: Bety Maia (1), Eurico José (2), Alcina Bela (3), Gilberto Verdade (4), Maria da Ascensão (5), António Andrade (7), Silvério Teles (9), Aristides Ribeiro (11), Augusto Fradique (13), Benilde Ribeiro (15), Daniel Simões (16);

À direita da Maria d'Ascenção: Alcina Topete (6), Vitorina Andrade (8), Adélia Andrade (10), Silvina Maria (12), Lurdes Bichão (14), Augusto Verdade - filho (17)

Em baixo:  Augusto Verdade -pai (18), Santos Vidal (19), António Julião (20), João Balcão (21), Sílvio Lau (22), João Carlos Vidal (Calu) (23)

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GOSTOS NÃO SE DISCUTEM (1962)

Revista com estreia a 28 de Dezembro no Atlântico Cine Teatro.

Ílhavo, vivia grande agitação em termos lúdicos, com o ressurgimento do teatro de revista, que tanto êxito tinha alcançado dois anos antes, com a revista “Acontece Cada Uma”.Numa parceria,António JuliãoJoão S. Vidal, nascem “Os Gostos Não se Discutem”; mais um vez o teatro de revista a provar, que Ílhavo para além do mais, era uma Terra de enormes talentos na arte de representar. Novos valores apareceram, pois do anterior elenco poucos restaram, uns porque não puderam outros porque não quiseram e outros porque, entretanto, imigraram, como foi o caso do Augusto Verdade que tinha demandado a Terras de Vera Cruz. Uma perda de vulto no elenco.

À semelhança da anterior revista, também as receitas de bilheteira eram direccionadas a uma instituição; desta feita ao Grupo Desportivo,”Os Águias”- da Apeada, Vista Alegre; clube fundado pelo carismático “Manelzinho  Grego, do qual foi presidente até à sua morte.

Como é óbvio, todo o grupo mais uma vez a participar gratuitamente, como era apanágio dos artistas daquela época.

Poderemos afirmar com segurança, que estas duas revistas, foram do que de melhor cá se fez. Eram de facto duas grandes revistas, no entanto, bastante diferentes uma da outra. Embora o suporte musical fosse o mesmo ( Orquestra Vista Alegre, dirigida por João Vidal ) e o ensaiador continuasse a ser António Julião, os quadros de revista tiveram que ser adaptados aos novos actores, a maior parte deles a pisar o palco pela primeira vez, tirando dois ou três veteranos, a nova equipa estava apostada em fazer figura.

Enquanto que, no “Acontece Cada Uma “ havia um conjunto de rábulas mais bem elaboradas e contasse com um elenco mais experiente, no "Gostos Não Se Discutem", para além das brilhantes actuações dos actores, o grande trunfo era a riqueza do conteúdo musical do que a revista continha.

Era soberbo o reportório que servia de sustentáculo à revista.

Como exemplo damos aqui alguns títulos das canções de então:

Lá Violetera, Valência, Os Tripeiros, Lavadeiras de Caneças, José Trincheira, O Vento, A Costureirinha, Sou Ílhavense,  Na Macumba, Pesco Na Areia, O Cigarro, Fado Estarola, Bailinho da Madeira, Canção da Primavera, Lá Campanera, Esperança, Bacalhau, Fado das Queixas, Vocês Sabem lá, As Sombrinhas, a Canção das Flores e muitas outras.

Como curiosidade, a marcha de abertura era a Grande Marcha do Carnaval do Estoril de 1960 com letra feita por autor ilhavense que tinha o título de “Tio Anzol”. Esta revista foi levada à cena nove vezes, sete em Ílhavo e duas fora de portas (uma em Bustos e outra na inauguração do Centro Paroquial de Oiã).

Para além dos consagrados Gilberto VerdadeMaria d’Ascensão e António Julião, pontificaram também os nomes de Manuel Júlio Catarino, Mister Santos, (Grande revelação), Palmirinha, uma artista de somente 12 anos e que se distinguiu na interpretação das canções, Esperança e Lá Campanera, Adelino Relvas, Fernando Corujo, Armando Calisto, Marília Santos, Eurico, António Calisto, Rosa Maria Figueiredo, Lourdes (Miss Primavera), Maria do Rosário Verdade, Júlia Pinho, os irmãos Andrade, Alcina Bela, Licínia, João Cardoso e outros.

Nessa época era difícil tecer críticas e piadas ao poder local, pois o guião era sempre sujeito à censura da direcção Geral dos Espectáculos.

Algumas vezes foram os responsáveis da revista, chamados às autoridades para prestarem declarações e alterarem o guião original. No entanto, eram muitas as alusões críticas ao poder, que conseguiam passar no crivo da censura.  

Um exemplo de uma alusão ao então Presidente da Câmara, Francisco Lavado Corujo:

 - O Que aconteceu ao teu papagaio?

-Nada!

-Nada!!... mas eu nunca vi um papagaio branco!...

Mas vês este, ele está assim branco, porque foi LAVADO com OMO.

 

Esta é a letra original da marcha de abertura da revista “Gostos Não Se Discutem”, com música da Grande Marcha de Carnaval do Estoril e letra de autor desconhecido.

 

                                                                    Cor, violas e pandeiros

                                                                    Música, luz e cantigas,

                                                                    Bailarinas e sambeiros

                                                                    Muitas giras raparigas

                                                                    E rapazes cá da terra

                                                                    Vão dar-vos toda a alegria

                                                                    Que a mocidade encerra

                                                                    Numa linda fantasia.

                                                                                 Refrão

                                                    O tio anzol

                                                                    Teve a sorte de encontrar

                                                                    No fundo do alto mar,

                                                                    A nossa velha candeia

                                                                    E convidada

                                                                    A velha fada

                                                                    Vem ver a rapaziada

                                                                    No dia da sua estreia

  

                                                                    Muita crítica decente

                                                                    Para isto e para aquilo,

                                                                    Um palco cheio de gente

                                                                    Até o bom padre Grilo

                                                                    Vem à vila nesse dia

                                                                    Trazendo as suas sacolas

                                                                    Ver a nossa fantasia

                                                                    E levar, nossas esmolas

(texto de Santos Vidal)

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VIP-VIP (1969)

Foi uma réplica Ilhavense ao conhecido Zip-Zip! O primeiro programa realizou-se no Salão Paroquial em 15 de Novembro de 1969 pelas 21.45 H. Era organizado por um grupo de jovens Ilhavenses e pelo Illiabum Clube. Senos da Fonseca, Vítor Menício e Manuel Teles, encarregavam-se das entrevistas e a parte musical estava a cargo do conjunto J4 (João Paulo, João Madalena, João Aníbal e João Nunes Madalena). A parte humorística era redigida por um trio responsável por muitos espectáculos realizados na altura: João Madalena, Guilhermino Ramalheira e Vitor Menício. Passaram pelo Vip-Vip, José da Velha, Vieira da Silva, António Serrão, Vítor Barateiro, João Marques Ramalheira, Paulo Lemos, Maria Filomena (padeira de Vale de Ílhavo), José Vidal, Frederico de Moura, Bélinha e Manuel José Craveiro e outros. As receitas obtidas eram destinadas a Instituições como a Casa da Criança, Museu de Ílhavo, etc..

Pensamos que só foram realizadas três sessões, em virtude de uma queixa anónima apresentada à Direcção Geral dos Espectáculos. O êxito obtido pelo Vip-Vip começou a retirar público aos outros espectáculos e tudo ficou por aqui.

Moliceiro que era oferecido aos entrevistados e convidados

Lembrança distribuída aos convidados do Vip Vip (na sessão de 21-03-70)

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Paulo Corujo, Prof. Guilhermino e Vieira da Silva

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Inauguração do Bairro dos Pes(...)