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João Marques Ramalheira
In "Canção do Mar"
Falar de Ílhavo, é falar do mar - do seu sussurro, da sua canção cujo eco se repercute pelos séculos além. Ílhavo e o mar andam tão unidos como o perfume às rosas e a inquietação à alma humana!
Dr. Samuel Maia

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Relembrando as Revistas/Espectáculos (II)

Algumas das revistas/espectáculos/teatros em Ílhavo, a partir de 1903

P'RA INGLÊS VER (1933)

Em 29 e 30 de Julho (sábado e domingo) de 1933 sobe à cena com duas casas à cunha, esta revista de autoria do Dr. Manuel Francisco Grilo e Manuel Machado da Graça. Revista regional com um prólogo, dois actos e 6 quadros. Os cenários e guarda roupa são de Manuel Simões Guerra e as músicas originais de Guilhermino Ramalheira, Duarte Gravato e Armando da Silva que também dirigiu a orquestra. As caracterizações foram de Palmiro Peixe. Os ensaios para a escolha de vozes foram realizados nos Bombeiros Voluntários de Ílhavo, nos princípios do mês de Abril desse ano. A revista começou a ser escrita a 9 de Fevereiro de 1933 e finalizada a 17 do mesmo mês.

Manuel Machado da Graça

Machado da Graça (retirado do Blog manuel-machado-graca.blogspot.com)

Manuel Simões Guerra

Manuel Simões Guerra (gravuras gentilmente cedidas pelo filho de Manuel Machado da Graça)

(gravuras gentilmente cedidas pelo filho de Manuel  Machado da Graça)

Logo ao subir do pano ouvia-se o coro de recepção cantado por Monsieur Ramboia (Francês) e Lord Shoking (Inglês):

                                                            De Val’de Ílhavo aos Caseiros
                                                            Vamos dar a novidade
                                                            Vivam os dois mensageiros
                                                            Viva, viva a liberdade.
 

Grupo dos participantes

Grupo da Revista (foto do autor)

Houve representações noutras localidades (Águeda, Troviscal, Sangalhos e Póvoa do Varzim) tendo o número musical "Viuvinha" obtido um assinalável êxito na altura. Era interpretado por Sarinha Figueiredo (tia do Dr. João de Oliveira).

Sarinha Figueiredo

Sarinha Figueiredo (foto do autor)

Acácia Maia Pinguelo

foto do autor

Uma das intérpretes (Acácia Pinguelo) com o traje do número musical

compére foi Ângelo Chuvas, contracenando com Machado da Graça (Inglês), Manuel Grilo (Plebe), Santos Redondo (Polícia), Simões Guerra, José Carvalho, Maria Fernandes (Grafonola e Hospital), Rosa Leite (Beira-Mar), Júlia Valente (Empatas), Armanda Machado (Sinos), Sílvia Senos (Empatas), Madalena Gomes (Subscrições), Alcina Cachim (Padeiras), Ângela Chuvas (Tricanas), Lucinda Leite (Lampada), Sara Figueiredo (Viuvinha), Maria da Glória, Rosalina Craveiro (Subscrições), Lígia Pinho, Fernanda Chuvas, Acácia Pinguelo, Casimira Santos, Tomé da Preta, Aníbal Senos, Amílcar Santiago, Samuel S. Marcos, José Paulo, Francisco S. Marcos, Arnaldo Fort'Homem, Manuel Soares, Amadeu Cachim, Joaquim Chuvas, João de Matos, António Lau, António Lino, Carlos Monteiro, Joaquim S. Marcos (Empata), Silvério Damas (Indivíduo), Manuel Ré, Augusto Tavares (Palheiro), José Celestino (Mar), Horácio de Pinho (Fala-barato), Filipe de Sousa e Teodoro Craveiro.

Casimira Santos e Acácia Pinguelo

Traje das Padeiras (Casimira Santos e Acácia Pinguelo) foto do autor

Foi nesta revista que surgiu a canção "Coro dos Marinheiros" com poema do Dr. Manuel Francisco Grilo, que mais tarde foi inserido no Disco de Ílhavo com o nome de "Canção do Marinheiro" e cantado por Leonel Garrido:

                                                                                O mar na sua amargura
                                                                                É tal qual uma mulher
                                                                                Chora, ri, canta e murmura
                                                                                Ninguém o sabe entender!

                                                                                            Coro
                                                                                Em noites de Lua Cheia
                                                                                Nos confins do alto mar
                                                                                O cantar tem outro som
                                                                                Tem outra luz o luar!


                                                                                O mar rebenta o penedo
                                                                                E o casco faz baloiçar
                                                                                Marinheiro não tem medo
                                                                                A sua vida é lutar!

Existem todos os números musicais da revista (partitura e partes de todos os instrumentos), bem como o guião.

NÚMEROS MUSICAIS DA REVISTA

   

Compositor

1 Recepção Guilhermino Ramalheira
2 Sinos Armando da Silva
3 Lâmpada e Lampeão Duarte Gravato
4 Viuvinha Guilhermino Ramalheira
5 Subscrições Armando da Silva
6 Hospital e Bombeiros Armando da Silva
7 Associações Armando da Silva
8 Rádio e Grafonola Guilhermino Ramalheira
9 Cinéfilos Guilhermino Ramalheira
10 Coro dos Marinheiros (Final 1º Acto) Guilhermino Ramalheira
     
1 Lord Guilhermino Ramalheira
2 Ilhavense e Beira Mar Duarte Gravato
3 Tricanas Guilhermino Ramalheira
4 Becos e Avenidas Guilhermino Ramalheira
5 Empatas Guilhermino Ramalheira
6 Aguça Duarte Gravato
7 Padeiras Guilhermino Ramalheira
8 Moínhos e Azenhas Duarte Gravato
9 Coro da Costa Nova Guilhermino Ramalheira
10 Bico e Biarritz Duarte Gravato
11 Mar Armando da Silva
12 Palheiro e Chalet Armando da Silva
13 Flores Duarte Gravato
14 Apoteose Armando da Silva

Duarte Gravato

DG

 

 

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A NOSSA ESCOLA (1933)

Uma das revistas com maior sucesso já realizadas em Ílhavo pela pequenada da Escola Primária da Rua Ferreira Gordo. O guião foi escrito pelo Prof. José Pereira Teles com músicas originais (40) de Berardo Pinto Camelo. Estreou a 8 de Dezembro de 1933 (sexta-feira) no Teatro Municipal em Cimo de Vila. Era uma peça em 3 actos e 7 quadros (Hesitação, Caminhando para a Luz, Na Escola, Províncias, Glórias de Portugal-apoteose- No Campo e Hino à Luz-apoteose). Os cenários foram de autoria de Ângelo Chuva, Palmiro Peixe e Amadeu Teles; encenação de Nazaré Cruz, Rosa Rocha e Irene Rigueira; contra-regras Joana Azevedo, Maria Marta e José Catarino; ponto Helena Mano.

Prof. José Pereira Teles

Prof. José Pereira Teles

A orquestra da Nossa Escola era composta pelos seguintes músicos: violinos (João Marques Ramalheira, Alexandre Gravato, João Vidal e Narciso Gravato); Flauta (Duarte Gravato); Cornetim(José Vidal); Clarinete (Gumersindo Gonçalves); Saxofones (João Neves e António Palhetas); Trombones (José Graça e Joaquim Pinto); Rabecão (Júlio da Silva); Bateria (Henrique Rato e Armindo Pimentel).

Prof.ª Nazaré Cruz

Profª Nazaré Cruz

Alguns dos actores de então: M. José Firmeza, M. Vitória Namorado, M. de Lurdes Malta, M. Georgete Chuvas, M. Cândida Azevedo, Maria Alcina, M. Mendes Calão, M. Branca Nação, Idelta Abreu, M. Silvina Fé, Jorgelina Rocha, Rosa Emília, António Sarrico Picado, José Teiga Leite, António Rei Neto, M. Manuela Bixirão, Néné Simões e outros.

Dado o enorme êxito atingido a revista representou em muitas outras localidades (Porto, Coimbra, Leiria, Aveiro, Matosinhos, Luso, Figueira da Foz, Anadia, Murtosa, Viseu, etc). Em 25 de Abril desse ano o Diário do Governo nº95 (2ª Série) publicava uma Portaria da Direcção Geral do Ensino Primário dando testemunho público de louvor aos directores, respectivamente, das escolas masculina e feminina de Ilhavo, Prof. José Pereira Teles e Profª Maria da Nazaré Cruz, pela acção de beneficência que ambos realizaram em favor do sustento de cantinas escolares, através da revista "A Nossa Escola".










 

Existem todos os números musicais da revista (partitura escrita a lápis por mestre Berardo), bem como o respectivo guião.

A revista foi relembrada em 28 de Novembro de 1992 nas comemorações do Centenário dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo

NÚMEROS MUSICAIS DA REVISTA
(
todos compostos por Berardo Pinto Camelo)

1 Coro dos Escolares
2 Sineta
3 Botões
4 Pucarinhos
5 Dança de Roda
6 Macaca
7 Pião e Padela
8 Arcos e Cordas
9 Hino Escolar Final 1º Acto
   
1 Alfabeto
2 Operações
3 Sistema Métrico
4 Louça de Porcelana
5 Salineiros
6 Províncias
7 Cruzados
8 Santa Isabel
9 Soldados de Aljubarrota
10 Caravelas
11 Marinheiros
12 Glórias de Portugal Final 2º Acto
   
1 No Passeio Escolar
2 Coro das Flores
3 As Abelhas
4 Mel e Cera
5 Coro das Ceifeiras
6 Rios
7 Canção da Água
8 Libelinhas
9 Conchas e Búzios
10 Sol e Estrelas
11 Hino à Luz

NO ENSAIO DA REPOSIÇÃO DA REVISTA

Foto de João Manuel Madalena de Oliveira

Os meninos da Nossa Escola uns anos mais tarde

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GALEOTA (1934)

Outra revista infantil que obteve um grande êxito não só em Ílhavo como também noutras localidades. Começaram os ensaios em Abril e estreou-se em 1 de Dezembro de 1934 (sábado) no Teatro Municipal em Cimo de Vila. O guião foi escrito pelos professores Duarte Pinho e Guilhermino Ramalheira. A apresentação da revista esteve a cargo do Dr. Frederico de Moura. Tinha 2 actos e 12 quadros com 38 números de musica original de autoria de Armando da Silva (maestro da orquestra), Guilhermino Ramalheira e Duarte Gravato. Os cenários foram da responsabilidade de Palmiro Peixe, Manuel Guerra, Ângelo Chuvas, Simões Guerra, José Bela, António Egídio, Amadeu Teles, Otelo Moreira e Teodoro Craveiro. O guarda roupa a cargo de José Fernandes Matias, Vicência, Maria e Rosa Fonseca.

Prof. Duarte Pinho

Prof. Duarte Pinho (foto do autor)


Alguns dos actores de então: M. Helena Silva, M. Natércia Maia, Mercedes, Dolores Agra, Benilde Guerra, Graziela Bixirão, Dr. José Luís Mano, Teodoro Redondo, Manuel Argau, Adolfo Paião, irmãos Melo, Bagão (compére), Víctor Peixe, Isabel Figueiredo, Gateira, Luís Ruivo, Nazaré Cruz, Maria Alcina, Sofia Chuvas, Eduardo Craveiro, Fernanda Lopes e outros.

Grupo das Manhãs de Janeiro (foto do autor)

Alguns dos números musicais: Luar de Janeiro, Gatos, Amor e Caridade, Manhãs de Abril, Arco Íris, Lavadeiras, Espiga e o Caroço, Grilos, Noite de S. João, Lousas, Cabides, Capas dos Livros, Pena e o Tinteiro, Feriados, Peixeiras, Peixes, Aviões, S. Gonçalo, Marcha da Galeota, Arroz Doce e Aletria, Mantas de Farrapos, Largos, etc.

Zé dos Trigais interpretado por Vitor Peixe (Aguarela de Mário Egídio) - foto do autor

A orquestra da Galeota tinha os seguintes instrumentos: Flauta, Violinos (solista, 1º e 2º), Cornetim, Sax Alto, Clarinete, Sax Barítono, 1º e 2º Trombone, Trompa, Rabecão e Bateria.

Foi nesta revista que nasceu a Marcha de S. Gonçalo que ainda hoje é cantada em Cimo de Vila na saída da marcha a 9 de Janeiro.

Foto do autor

Existem todos os números musicais da revista (partes de todos os instrumentos), bem como o guião.

A revista foi relembrada em 15 de Maio de 1993 nas comemorações do Centenário dos Bombeiros Voluntários de Ílhavo

NÚMEROS MUSICAIS DA REVISTA

   

Compositor

1 Abertura 1º Acto

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2 Luar de Janeiro

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3 Gatos

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4 Amor e Caridade

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5 Pastores

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6 Manhãs de Abril

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7 Arco Íris

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8 Lavadeiras Armando da Silva
9 Passarinhos Armando da Silva
10 Espiga e Caroço Guilhermino Ramalheira
11 Cestos Duarte Gravato
12 Frutas Duarte Gravato
13 Grilos Duarte Gravato
14 S. João Guilhermino Ramalheira
15 Lousas

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16 Cabides

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17 Escolas

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18 Lápis

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19 Taboada

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20 Romaria

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21 Yó-Yó

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22 Capas

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23 Disciplinas

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24 Pena e O Tinteiro

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25 Feriados (Final do 1º Acto)

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1 Intervalo do 2º Acto

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2 Peixeiras

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3 Barracas Armando da Silva
4 Peixes Duarte Gravato
5 Aviões

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6 Praias

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7 S. Gonçalo Guilhermino Ramalheira
8 Galeota Armando da Silva
9 Meias Duarte Gravato
10 Colarinhos Armando da Silva
11 Telefone Guilhermino Ramalheira
12 Aldeias Duarte Gravato
13 Arroz e Aletria Duarte Gravato
14 Clubes Guilhermino Ramalheira
15 Jardim Guilhermino Ramalheira
16 Mantas Guilhermino Ramalheira
17 Largos Guilhermino Ramalheira
18 Bordadeiras Duarte Gravato
19 Apoteose Armando da Silva

 

 

 

 

 

 

Ensaio da Galeota durante a reposição em 15-05-93 nos BVI

Foto do autor

Grupo do Arco Íris (foto do autor)

A Escola de Cimo de Vila antiga

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PARA GARGAREJOS... (1935)

Esta revista musicada estreou a 16 de Maio no Teatro Ginásio em Lisboa, sendo as autoras duas ilhavenses, na altura, finalistas da Faculdade de Farmácia: Maria Dolores Rasoilo Cristiano e Irene Graça. Obteve um grande êxito e foi repetida pelo centenário da fundação da Sociedade Farmacêutica Portuguesa em Julho desse ano, obtendo da imprensa os melhores elogios.

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SONHO OU PESADELO? (1943)

Esta revista estreou-se a 31 de Março de 1943 (quarta-feira) no Salão Cinema por um grupo de rapazes ilhavenses, em benefício do Asilo dos Inválidos e Órfãos Menores da nossa terra. Intitulada de revista regional tinha 2 actos e 3 quadros, sendo os compéres Joaquim Quintino Teles e Adamastor da Silva, Manuel Rocha Bichão o contra-regra e João Celestino Chuva o ponto.

Joaquim Quintino Teles

Joaquim Quintino Teles

A revista foi escrita por Adamastor da Silva e tinha músicas originais de Celestino Bio.

Actores participantes: João Paulo, Armando Pitato, João Sousa, José Gonçalves, João Paradela, Manuel da Silva, José Duarte Rato, Fernando de Pinho, Argelau Martins, António Gomes, Manuel Lau, José Pato e João Vieira.

Alguns dos quadros apresentados: Caveira, Clubes, Monumento, Mar, Gazogénio, Coro dos Árabes.

Como complemento da revista foram representados os monólogos Viúva de Paulino e Enxagualhada por Adamastor da Silva e Açambarcamento por Joaquim Quintino Teles.

Tomou parte no espectáculo a Orquestra Cartolas que executou "English War Cry" e o samba "Ai Não Quer? Há Mais Quem Queira", cantado por João Paulo de Oliveira.

Duas quadras da revista a propósito do Clube dos Caçadores e do Orfeão que rapidamente deixaram acabar em Ílhavo:


Clube dos Caçadores

Trá la ri la ri ló ló

Nada há mais a dizer

Eis o Orfeão aqui

Rodeado de doutores

A Caveira fez ó ó

E deixaram-no morrer

Eu tive medo e morri

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CAIU DO CÉU AOS TRAMBOLHÕES (1951)

Estreou em Fevereiro de 1951 no Atlântico Cine Teatro esta revista de Couto Alegrete e José Quinteles Pereira, com cenários de Palmiro Peixe e João Carlos Loureiro, ensaiador Ângelo Chuva, pauta José Agualuza, contra-regra Teodoro Craveiro, electricista B. Marnoto, como caracterizadores Palmiro Peixe, J.C.Loureiro e José Celestino e direcção musical de Guilhermino Ramalheira. Acompanhou a orquestra Os Cartolas.

Fizeram parte do elenco A. de Oliveira, Vitorina Tavares, Hermelinda Monteiro, Maria J. Quinteles, António Parracho, Maria Ivone, Maria Ernestina, António Bizarro, Augusto Verdade, João Verdade, José Nordeste, José M. Picado, Clara Morena, Lucy Cardoso, Armando Senos, Maria Vitória, Fernando Silva, Maria de Jesus, Manuel de Oliveira, Conceição Monteiro, Maria Fernandes, Mário Martins, Maria Manuela, João Carlos, Maria da Ascenção e Maria Carolina.

Panfleto cedido por António Bizarro


A SENTENÇA DO BACALHAU (1951)

Nos dias 4 e 6 de Fevereiro de 1951 (domingo e terça feira de Carnaval) pelas 15.30 H, estreia no Atlântico Cine Teatro esta farsa carnavalesca de autoria dum ilhavense que mais escreveu para este género: Adamastor da Silva. Folião e sempre com a piada na ponta da língua, Adamastor da Silva ficará sempre na memória daqueles que tiveram a felicidade de poder assistir aoscarnavais de então. O guião foi escrito a 5 de Janeiro de 1951.

Adamastor da Silva

Adamastor da Silva (foto de J.Paulo V.da Silva)

 A Sentença do Bacalhau teve como intérpretes:

Werter Teiga (Juíz), José da Velha Ramalheira (Delegado), Adamastor da Silva (advogado do queixoso), Saul da Madalena (advogado do réu), Fernando Pinho (Oficial de Diligências), Manuel F. Oliveira (Queixoso), Basílio Martins (Réu), Sílvio Teiga, Artur R. Oliveira, José Pereira, António P. Grilo e Fernando M. Silva (testemunhas) e um formidável frizo de FUZAS e...semi-fuzas, com acompanhamento da formidável orquestra Os Lulas, dirigida pelo notável maestro Jeremias Pimpão (que não entram)...

(um abraço ao V.Silva pela cedência destas notas)

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